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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Revendo "A escolha do dia da mudança".


De todo o blog, que já existe há  nove anos, a postagem que recebeu mais comentários foi  Escolhendo o dia da mudança, em cinco partes. Recebo muitos comentários e pedidos para verificar possíveis datas para melhores mudanças. 

Acho que preciso esclarecer uma porção de coisas quanto a esse artigo:

1.                 o dia da mudança e os respectivos rituais, ajudam a criar boas energias. porem se você não fizer o Feng Shui do imóvel, isso é somente uma parte pequena do total.
2.                 mesmo se você mudar num dia propicio, se o imóvel for verificado por um consultor de Feng Shui que disse " o imóvel tem conserto", ou seja, precisa de mudanças de energia, esse imóvel só vai ficar bom após a harmonização com o FS, e novamente, a data da mudança só será um ponto a mais na chance de uma vida boa no local.
3.                 se o consultor falar "esse imóvel tem conserto" , mas você não mandar fazer a harmonização, nada vai melhorar.
4.                 a lua, em qualquer fase, não tem a menor influencia, nem  na mudança e nem no Feng Shui do imóvel, de tudo que eu sei dessa matéria.
5.                 me mandar o seu signo ocidental, não resolve nada, uma vez que o FS lida com os  signos e animais chineses.
6.                 os rituais de reabertura de imóveis comerciais em nova data propicia, funcionam muito.



Isso é o que me vem a mente no momento. Se eu me lembrar de mais coisas, completo a postagem.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Água e Feng Shui.


Feng Shui fundamenta-se na observação da Natureza e na experimentação combinando elementos de diversas áreas de conhecimento (matemática, física, arquitetura, astronomia) para avaliar o posicionamento das edificações em relação às influências naturais sutis e o resultado desta influência sobre os seres humanos. Os praticantes de Feng Shui reconhecem que cada edificação possui sua própria “vibração” e está sujeita a várias influências do ambiente que a circunda.
A essência do Feng Shui é o armazenamento do “sopro vital” que movimenta a Natureza, traz vitalidade ao Homem, movimento à água. É o espírito cósmico que vitaliza todas as coisas, ao qual os Chineses chamam de Qi (pronuncia-se tchi). Está presente no interior de estruturas construídas, residências, templos, escolas, locais de trabalho e pode ser direcionado de modo a proporcionar saúde e prosperidade aos ocupantes. Isto pode ser feito com movimento através de elementos externos à edificação como ruas, passagens, caminhos, acessos, rios, córregos - ou pela manipulação de alinhamentos (magnéticos), elementos, cores, objetos. A teoria direciona particular atenção ao posicionamento da água: rios, lagos, córregos, piscina etc.
O Qi falado no Feng Shui é o mesmo que os acupunturistas ativam com as agulhas e que os praticantes de artes marciais direcionam para partes do corpo a fim de realizar proezas como quebrar blocos de pedra com as mãos nuas.
A importância da água para o Feng Shui começa a ser demonstrada através do seu próprio nome: feng = vento, shui=água. Vento e água são importantes para a saúde. De fato, nós somos feitos de “vento e água”. Sessenta por cento do peso de nosso corpo é composto de fluidos que contém água. Durante o dia, inalamos e exalamos um grande volume de “vento”. Se formos privados de ventos, morreremos em minutos. Se formos privados de água, morreremos em alguns dias. Nenhuma outra substância, nem mesmo o alimento, é tão essencial.
Através da observação da Natureza, os antigos sábios Chineses deduziram que estas duas substâncias carregam o sopro vital - Qi. Não apenas isso, eles compõem todo ecossistema existente em nosso planeta. Somos “banhados” interna e externamente por eles. Vivemos em um “oceano” de ar (a atmosfera) que respiramos e cai sobre a superfície terrestre na forma de chuva.
Por quê nos sentimos tão bem após um banho? Certamente devido a muito mais do que simplesmente a remoção de uma microscópica camada de sujeira. A água escorregando sobre a nossa pele permite o ajuste de pontos sensíveis do corpo (meridianos para a Medicina Tradicional Chinesa, chakras para a Medicina Ayuvérdica) equilibrando nosso Qi.
Feng Shui estuda a qualidade do Qi que a água e o vento carregam, e como isso pode ser modificado em nossa vantagem.
Um dos livros mais importantes para o praticante de Feng Shui é o Shui Long Jing - Clássico Dragão da Água, que apresenta diversos padrões dos cursos d´água e como localizar os melhores locais para as edificações.


Parte da teoria que fundamenta o Feng Shui afirma que a água carrega o Qi, e se o Qi puder ser levado para o interior de uma edificação através de rios ou córregos e puder ser armazenado lá, então haverá saúde e prosperidade. Por outro lado, se a forma e a direção dos corpos d’água carregarem o Qi para longe do imóvel, então a saúde e a prosperidade estarão prejudicadas.
Para ter acesso a essas informações, o consultor de Feng Shui se utiliza um “aparelho” - uma bússola magnética especialmente desenhada chamada Luopan, e de cálculos matemáticos que levam em consideração a época na qual a edificação foi construída.
Em Feng Shui, água está relacionada à prosperidade - na antiga China como nos dias atuais rios, mares e oceanos são os caminhos por onde circulam bens e mercadorias. Um dos pontos de uma consulta é o correto posicionamento de fontes e aquários no interior e exterior do imóvel a fim de incrementar a possibilidade de que bons negócios e bons trabalhos sejam realizados.
Mestre Joseph Yu esclarece: O Feng Shui é o estudo sobre como proteger um local do ataque de ventos fortes e como nutrí-lo com águas gentis. Para evitar que o Qi seja disperso pelo vento, precisamos da presença de montanhas. Para trazer prosperidade a um local precisamos da presença de água. Um espaço aberto é considerado água virtual., qualquer objeto grande é considerado montanha virtual. Em uma casa, as paredes são consideradas montanhas enquanto que portas, janelas e corredores são considerados água. Uma casa possui bom Feng Shui se portas, janelas e corredores são bem projetados e estão apropriadamente posicionados.
É uma boa ideia construir uma casa num local que permita que a porta principal fique direcionada para a água. Isso é o que a Escola da Forma ensina. Faz sentido, mas é apenas parte da história.
Água em movimento ativa certos tipos de Qi, tanto no interior quanto no exterior do imóvel. O objetivo dessa “ativação” é proporcionar saúde e prosperidade aos usuários. Este trabalho deve ser realizado por um profissional capacitado que conheça o uso da bússola e saiba fazer os cálculos necessários. A prática profissional do Feng Shui busca evitar a utilização da “intuição”. Profissionais de Feng Shui não são adivinhos ou curandeiros.
Um exemplo claro de como a mudança de elementos arquitetônicos pode influenciar a prosperidade de um local pode ser visto na nova utilização dos galpões na orla de Belém. Isso permitiu que o Qi trazido pelo rio fluísse adequadamente para a cidade trazendo um novo sopro de prosperidade para aquela região em particular e para a cidade como um todo. Antes os galpões eram como montanhas que bloqueavam o fluxo do Qi. Apesar de guardar mercadorias, o Qi ficava parado, estagnado naquele local. Agora flui através dos novos caminhos criados e da circulação de pessoas e veículos atraindo novos negócios.  
Artigo de Ana Cristina Iudice e Riceles Araújo Costa

quarta-feira, 20 de março de 2019

Orientando o cliente na compra ou locação de um imóvel.



Outro dia uma cliente me perguntou: " você sabe que você  manda na nossa vida?" . Eu respondi: " sei, e ganho bem para isso".

Aparentemente é uma conversa maluca. Como alguém manda na vida dos outros? Isso é possível? Isso é permitido? Bem, a palavra mandar, usada pela cliente, não corresponde a realidade. Eu uso meu conhecimento de Feng Shui para orientar meus clientes na aquisição ou locação de imóveis, estudando se são adequados as pessoas ou ao trabalho que vai ser executado no local.


Se o cliente pretende negociar um imóvel, ele me manda varias opções e eu faço um resumo muito breve das energias de cada um, e isso permite que ele faça a melhor escolha. Essa triagem inicial é uma cortesia feita para clientes presentes e, em alguns casos, futuros.

As vezes o cliente dá aquela choradinha: " mas eu gostei tanto desse apartamento..." , mas eu não caio nessa porque as energias do local são muito mais importantes do que o bom aspecto que ele possa ter.

Muitas vezes também, o cliente vai fazer uma reforma grande e isso vai mudar o período de vinte anos do imóvel, o que muda a Carta das Estrelas.


É preciso também lembrar, citando Máster Joseph Yu, que a energia humana é a mais importante e que interage com as do imóvel .

Porem, se você tiver a possibilidade de saber o que as energias de um imóvel podem te proporcionar, já está com uma vantagem extra. Aproveite!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

A boca do Qi (Qi Kou)


Do ponto de vista do FS, a porta principal ou frontal de uma casa ou de uma loja e a entrada para uma loja de varejo é chamada de "Na Qi Kou" ou "Boca do Qi Recebido", às vezes é referida simplesmente como o "Qi Kuo" ou " Boca do Qi ". 
Na parte "Fundação da  Habitação Yang" do livro "Chong-Hou Lu" (Registro dos Mais Favorecidos), diz-se: "Uma habitação Yang é construída na terra, mas não é apenas a Terra Qi que precisamos considerar, mas também como pegar a Porta Qi. Deixe-a vazia e aberta para que o movimento horizontal seja livre, uma vez que a porta esteja aberta, o Qi entrará pela porta ". “阳宅 地上 气。。 清虚 而入”. 
O "Qi Mouth" é como a respiração que nos mantém vivos, toda a casa depende do Qi que entra e entra de forma desimpedida. O FS da Boca Na Qi mantém a casa feliz e saudável, e a Boca Na Qi de uma empresa mantém sua riqueza fluindo e a vitalidade duradoura. Precisamos prestar atenção especial a todas as Bocas Na Qi de um prédio, toda vez que fazemos o Feng Shui.
Olhe para esta adorável vitrine tradicional de uma loja de sopa de missô na Prefeitura de Hiroshima do Japão (fotos tiradas do Window Research Institute da Tokyo University of Technology). Infelizmente, nós não construímos mais assim.






Howardchoy |  "Record 宠 厚 录》 (Registro dos Mais Favorecidos), Na-Qi Boca, A porta da frente em Feng Shui | https://howardchoy.wordpress.com/


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Marie Kondo e o trabalho invisível das mulheres.



Sua técnica não é voltada apenas para a “mulher” cuidar de tudo. É um chamado da responsabilidade de todos.
Marie Kondo vai muito além da moça insossa e bem organizada que joga na nossa cara a incapacidade de organizar a vida doméstica. Essa imagem, na verdade, era a que eu tinha dela quando apenas o sucesso do seu livro e as infinitas “técnicas de organização” começaram a bombardear minha timeline. “Lá vem essa lógica higienista, quase fascista, de minha casa ter que parecer anúncio de revista o tempo todo”, pensei. 
Comecei a querer ler mais por curiosidade e vontade de falar mal de forma qualificada. Mas a série dela na Netflix pulou na minha frente primeiro e isso provavelmente mudou bastante a pré-imagem que eu havia concebido.
Marie Kondo Tyding Up está longe de ser a primeiríssima do gênero, principalmente na TV aqui do Brasil. Posso citar “Santa Ajuda”, do canal GNT, com suas estantes, caixinhas e organizadores, mais voltadas para um cômodo específico da casa; e quadros no programa Bem-Estar e É de Casa (ainda existe?) da TV Globo que também abordam o tema de forma mais fragmentada. Ela, portanto, está longe de ter a alcunha de “inauguradora” da narrativa. 
Quem tem casa, é mulher, não mora sozinha e não tem empregada já se viu às voltas com a capacidade de as coisas saírem do lugar, não voltarem e, pior, ter seu nome escrito e sussurrado o tempo inteiro como responsável por aquilo — fenômeno que o quadrinho francês chama de “carga mental”. E de como somos condicionadas a não ter capacidade de concentração nas “nossas próprias atividades”, como estudar ou apenas curtir o ócio, quando as coisas da casa estão por fazer. Um peso que dificilmente chega nos homens, por mais noção que eles tenham da “bagunça”, é como se eles não se sentissem responsáveis por ela. 
Os afazeres coletivos da casa tem endereço certo na subjetividade, por maior que seja o esforço concreto da divisão de tarefas.
Ao assistir Marie Kondo, eu me surpreendi com dois fenômenos que tangenciam a série no estilo “atirei no que vi, acertei no que não vi”: a exposição do trabalho invisível das mulheres (a Vice até fez uma reportagem) e a nossa relação com a casa e o consumo. 
Sobre o trabalho invisível das mulheres, presente em diversos episódios, há trechos hilários (que despertam a ira) de como os homens são incapazes e acomodados. Mais do que isso, ao convidar todo mundo da família para participar da “arrumação” e fazer disso um momento de “alegria” e não de gritaria, Marie envolve a todos na responsabilidade. 
Convite a todos 
Diferente dos outros programas do gênero, a técnica não é voltada apenas para a “mulher” cuidar de tudo. Ou de um cômodo específico. Marie Kondo afirma que todos da casa devem ser capazes e responsáveis pelas suas próprias coisas. De como envolver as crianças, mesmo ainda pequenas, nas atividades diárias para garantir uma existência em coletivo minimamente digna. 
Ao contrário do que pensei, não é uma ode à casa limpa e perfumada e arrumada o tempo inteiro que apenas a mulher precisa manter, ou seja, o reforço de mais um fardo que a dona de casa carrega ao longo dos séculos. 
É um chamado da responsabilidade de todos. E para isso, ela lança mão de alguns recursos que não são apenas técnicas de gavetinhas e armários, como a espiritualidade.
Espiritualidade
Quando ela se ajoelha para “se introduzir ao lar” e convida aos habitantes a agradecerem pela casa que os acolhe, não por acaso, a maior parte dos convidados se emociona. Eu me emocionei a primeira vez. Eu nunca tinha parado para pensar daquela forma. Reverenciar o espaço que te habita, independente da sua fé, pensar em cada cômodo, te faz reviver várias coisas que já passou naquele espaço e começa, de fato, a preparar o terreno para a valorização das coisas que realmente importam. É muito bonito. 
Montanha de vergonha
Deve ser a técnica mais conhecida. Marie pede que a pessoa pegue TODA a roupa existente pela casa e coloque uma sobre as outras. Ao ver a reação das pessoas diante da quantidade de roupas, todas se questionam sobre as próprias formas de consumo. E a partir daí vem o famoso “spark joy”, o único critério para decidir se você fica ou não com uma roupa. 
Spark joy
Não é o preço, não é o style, não é o minimalismo, não é o fashionismo, não é o confort-wear, não é o que “serve” ou o que fica bom no espelho, é o que te faz bem. O que te “traz alegria”. O que você se sente bem usando. Você pega todos os manuais de blogueira fashion e guarda-roupa cápsula e joga fora. Fique apenas com o que você gosta e te traz auto estima. E de quebra ainda tenha mais consciência sobre a forma como você consome roupa. Mais anti-regra do que essa para montar seu armário está para nascer. 
Para mim, a técnica da dobra, da gaveta, do organizador é a menor das questões ou, para algumas pessoas, pode ser consequência dessa nova relação com as coisas. Você adota se quiser. Eu não acho sentido em algumas coisas, tenho muitas roupas brancas, por exemplo. Tudo dobradinho em quadradinho, eu não sei qual o modelo, tenho que abrir tudo e fica inviável. Mas funciona para roupa de cama.
Ninguém é obrigado a nada
Marie não uma ditadora de regras. Ela apresenta novas formas de você ver, avaliar e se relacionar com as coisas. A partir daí, você adota o que faz sentido ou não para sua personalidade. E joga ou não fora, ou dá outro destino, como o caso da mulher que perdeu o marido para o câncer e, depois de muitos meses sem conseguir se desapegar das roupas dele, doou tudo para um bazar voltado para pacientes com a doença.
Com livros, por exemplo, ela fala pra você empilhar, “acordar” os livros dando batidinhas na capa e fazer a seleção. Eu só compro livros que gosto, vou ler (nem que seja “um dia”) e são o retrato da minha formação. Eu não me desapego deles, mas já me propus a tirar um tempo para dar uma “lógica” minha para eles na estante. Para quem quer mais espaço, pode se desfazer e doar para uma biblioteca e não, necessariamente, jogar no lixo. 
Tudo depende, de novo, da relação que você tem com a casa e com as coisas — como quando a moça queria “jogar fora” uma caneca que o marido tinha ganhado da madrinha. Quando Marie percebeu que tinha um significado para ele, conversou com a moça e combinaram da tal caneca ser parte da decoração da cozinha — e a esposa até se emocionou, porque não fazia ideia. Ou seja, não se trata de um furacão de jogar coisas fora, mas de sempre revisitar os objetos que compõe a vida familiar e coletiva, se tem ou não sentido concreto e subjetivo. 
Marie Kondo continua insossa e a série parada, mas me trouxe tanto aprendizado que, como boa ariana com ascendente em Áries, não vai fazer da minha casa o primor da organização, mas definitivamente mudou a forma como eu lido com as minhas coisas e a reverência ao que busco construir diariamente como lar.


Ana Clara Ferrari 
https://operamundi.uol.com.br/opiniao/54609/marie-kondo-e-o-trabalho-invisivel-das-mulheres

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

sábado, 24 de novembro de 2018

Limpeza de fim de ano II - a sua limpeza interna.


Que tal fazer um balanço de fim de ano, que dê a você a chance de fazer uma faxina interna? Faça uma retrospecção e acesse seus sentimentos.

  • Veja se você guardou alguma mágoa. Se isso aconteceu, estude a possibilidade de passar a limpo isso com quem te magoou. Se não, tente fazer um pensamento ou prece de perdão para essa pessoa. Esse perdão é em seu beneficio.
  • A mesma coisa com a raiva. Passar a limpo ou, uma ideia, é pegar algo parecido com um taco de madeira, algumas almofadas e bater nas almofadas com o taco até passar a raiva.
  • Com a tristeza é um pouco mais difícil: se a pessoa ainda existe, você pode passar a limpo. Se não, procure se lembrar das coisas boas que a pessoa te deixou, do carinho, do amor. Mande esse amor para a pessoa, onde quer que ela esteja.
  • Depois de tudo, um banho com sal grosso, do pescoço para baixo, seguido de um perfume do seu gosto.

Relaxe e respire, num local que você goste e encha seu ser de coisas e ideias boas. Assim o seu Natal vai ser mais livre, leve e solto. Se você estiver bem, tudo em sua vida vai melhorar.