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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Adeus 2025, não deixou saudades...

E 2025 foi um ano difícil.

Um ano que pareceu longo demais, cansativo demais, duro demais.

Muita gente ficou doente — no corpo e na alma. Hospitais cheios, casas silenciosas, famílias preocupadas. A saúde virou um medo constante, uma espera tensa, um cuidado diário que desgasta.

A política não ajudou. Pelo contrário. Confusão, brigas, promessas vazias, decisões que não chegavam aonde o povo precisava. Um sentimento geral de desamparo, como se ninguém estivesse realmente cuidando de quem trabalha, de quem envelhece, de quem já está cansado.

Os preços subiram sem pedir licença. Tudo ficou caro: comida, remédio, gás, energia, aluguel. O dinheiro encolheu, o planejamento virou improviso, e muita gente passou o ano fazendo conta, cortando o que dava, abrindo mão do que antes era básico.

Foi um ano de perdas — de pessoas, de saúde, de tranquilidade, de esperança.

Um ano em que sorrir exigiu esforço e levantar da cama, coragem.

Um ano que ensinou na marra, machucando, cobrando, apertando.

2025 não foi leve.

Não foi justo.

Não foi bom.

E reconhecer isso não é fraqueza — é verdade.

Por isso estamos aqui com o Feng Shui. Acreditamos que a mudança da regência da Estrela 2, para a Estrela Regente 1 será muito boa e benéfica.


Que o ano de 2026, ano do Cavalo de Fogo e da Regente 1 lhe seja muito propicio e lhe traga muitas notícias boas.



PS: a foto é de IA

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Minha missão de vida.


Tenho 85 anos e, muitas vezes, me dizem que pareço ter menos. Sempre perguntam qual é o segredo — e a minha resposta é simples: nunca parei de trabalhar. O trabalho me mantém viva, curiosa, útil e feliz. E, se Deus quiser, quero continuar assim até o meu último dia.

Sou dona de duas empresas e, além disso, trabalho com algo que amo profundamente: o Feng Shui.

Para quem não conhece, é uma técnica chinesa milenar que harmoniza os ambientes e a vida das pessoas, cuidando da saúde, da harmonia e da prosperidade.

Tenho clientes no Brasil e em várias partes do mundo. Com muitos deles, a relação já é de amizade. Ajudo a escolher imóveis para comprar ou alugar, colaboro na venda de propriedades e acompanho mudanças importantes. Mais do que isso: acompanho histórias.

Já vi crianças nascerem, crescerem saudáveis e felizes, famílias prosperarem e sonhos se realizarem. E cada vez que isso acontece, sinto que meu trabalho vai muito além da decoração ou da organização de espaços — ele toca vidas.

Talvez seja por isso que, aos 85 anos, eu tenha essa energia. Porque meu trabalho não é só uma profissão. É a minha missão de vida.


terça-feira, 15 de abril de 2025

O Feng Shui e a produtividade.


Este ano de 2025 me trouxe uma alegria imensa com as notícias de duas empresas para as quais realizo consultorias anuais de Feng Shui. Ambas cresceram tanto que precisaram transferir seus escritórios para espaços com o dobro da área que ocupavam anteriormente.

Até o ano passado, eu festava fazendo apenas a revisão anual das Estrelas Voadoras, mas neste ano tive o prazer de aplicar o Feng Shui nas novas sedes. Foi gratificante acompanhar essa transição, porque nós, consultores, caminhamos junto com nossos clientes, buscando sempre criar as melhores condições para que eles prosperem e tenham sucesso.

Outro ponto que me encheu de satisfação foi saber que os novos ambientes ficaram tão equilibrados e agradáveis que os funcionários têm até relutado em ir embora no fim do expediente. Isso me confirmou algo que sempre defendo: um ambiente saudável, harmonioso e energeticamente favorável torna o trabalho mais prazeroso, aumenta o bem-estar e reflete diretamente na produtividade.

Ver o Feng Shui contribuindo de forma tão concreta para o crescimento e a qualidade de vida nas empresas é parte do que me motiva a seguir nessa jornada há vinte e cinco anos.


segunda-feira, 23 de setembro de 2024

O Feng Shui e a Transformação



Em 1992, minha mãe faleceu. Algum tempo depois, nos reunimos com um advogado para partilhar a herança. Dizem que, em momentos assim, conhecemos verdadeiramente as pessoas e o que elas realmente pensam de nós. Era um daqueles dias carregados de expectativa e tensão. Estávamos todos sentados ao redor da grande mesa que havia sido do nosso avô — um homem cujo suor e sacrifício construíram o patrimônio da família.

"Então, o que cada um de vocês deseja?", perguntou o advogado, rompendo o silêncio pesado da sala.

Minha irmã foi a primeira a se pronunciar. Sem hesitar, disse que queria a casa onde meu filho mais velho morava com a família. A frase dela pairou no ar como um golpe. Ela se sentia preterida porque nossa mãe havia doado uma casa para os meus filhos, mas não havia deixado nada para as filhas dela. A mágoa que ela carregava há tanto tempo finalmente explodira. Logo em seguida, um a um, os outros irmãos foram falando, e todos — sem exceção — queriam o prédio que eu havia construído, o mais bonito, o mais valorizado.

Quando chegou a minha vez, simplesmente disse: "Quero o que sobrar." Meu pai, que até então se mantivera quieto, insistiu que eu ficasse com o prédio, mas declinei com um sorriso suave. Era mais do que um imóvel, era uma decisão que falava sobre quem eu era e o que eu queria para a minha vida.

Após semanas de reuniões, finalmente ficou decidido: eu ficaria com a casa onde meu filho morava e um terreno valioso em Higienópolis. O terreno, embora representasse uma boa fatia do patrimônio, para mim era mais do que isso — era uma oportunidade de realizar um sonho antigo. Passando pela minha rua, vi uma cobertura à venda e, quase por impulso, anotei o telefone. Quando entrei em contato e visitei o local, algo naquela altura me encantou. Horas de negociações depois, fechei negócio: troquei o terreno por aquela cobertura e, para minha surpresa, ainda recebi três apartamentos no mesmo edifício.

Reformei toda a cobertura, transformando-a em uma joia. Mas havia algo que me incomodava. Quando olhava pelas janelas, tudo que via eram prédios e mais prédios, uma selva de concreto que me sufocava. Comecei a sonhar em colar nas janelas filmes com paisagens de florestas, montanhas e rios. E foi nesse ponto que minha vida tomou uma nova direção.

Eu já estava cansada da arquitetura e da construção, então decidi me aprofundar no Feng Shui. Desde a primeira aula, fiquei fascinada. Era como abrir uma janela para um mundo de cinco mil anos de conhecimento chinês que se desdobrava à minha frente. O Feng Shui me ensinou que certas energias têm um poder que vai além do visível, e comecei a aplicá-lo na minha própria vida.

Na janela da minha cozinha, por onde entrava a melhor energia do período 7, montei minha pequena “fazenda”. Tinha um porquinho, um cavalinho, um patinho, uma vaca, galinhas e até um elefantinho de cerâmica. Era uma espécie de alívio para a minha saudade do campo, um pequeno refúgio verde no meio da cidade.

Então, minha filha me trouxe um presente inesperado: uma pequena poodle que batizei de Misty. Ela era uma bolinha de pelos brancos que irradiava alegria. Meu marido, no entanto, achava um absurdo ter cachorro em um apartamento, mesmo que fosse na cobertura com espaço ao ar livre. Depois de muito insistir, ele sugeriu algo inesperado: "Vamos arrumar um sítio."

E foi aí que minha vida mudou de vez.

Passamos meses procurando o lugar perfeito — algo com vista, mata, pedras e, claro, um rio de águas correntes. Quando finalmente encontramos o terreno, ele não tinha luz, estrada ou qualquer infraestrutura, mas era exatamente o que eu sonhava. Compramos o sítio por um valor surpreendentemente acessível. Metade da minha cobertura pagou pela casa no Rancho, inclusive uma piscina. O que começou como um simples refúgio de fim de semana se transformou na nossa morada definitiva.

E foi assim que realizei o sonho que eu sempre pensei ser impossível: morar no meio do mato, cercada por natureza, com Misty correndo pelos campos e uma paz que eu jamais encontraria na cidade. Aqui, finalmente, sou verdadeiramente feliz.





quarta-feira, 7 de agosto de 2024

A necessaria remuneração no Feng Shui.


Comecei a trabalhar com Feng Shui em 2000. Durante esses vinte e quatro anos, aprendi muitas coisas importantes. Tive um mestre budista por sete anos, e ele me ensinou a não oferecer ajuda não solicitada. Segundo ele, ao fazer isso, absorvemos parte do carma da pessoa. Não sei se isso é verdade, mas percebi que quando ofereci meu trabalho de Feng Shui a alguém que precisava e podia ajudar, não obtive sucesso.


A dúvida que tenho é: se alguém está passando por dificuldades, é porque precisa enfrentar esses desafios? Ou interferiríamos no carma ao ajudar sem sermos solicitados?


Um exemplo é um casal de amigos da época da faculdade. A esposa estava passando por várias cirurgias nos joelhos e quadril. Ofereci meu trabalho de Feng Shui e eles aceitaram. No quarto do casal, as energias estavam relacionadas a problemas nos joelhos e quadris. Sugeri que mudassem de quarto, já que o apartamento tinha quatro. Infelizmente, como não cobrei honorários, meu trabalho foi menosprezado, e ela continuou sofrendo.


Em resumo, acredito que, se alguém precisa de ajuda e não pode pagar o valor normal, podemos considerar um preço especial. No entanto, oferecer nossos serviços gratuitamente não é apropriado.


quarta-feira, 8 de maio de 2024

Como arrumar um companheiro (a).

 

 

Nós, consultores de Feng Shui, recebemos pedidos as vezes inusitados. Há uns vinte anos atrás atendi uma cliente cujo principal objetivo era que as filhas se casassem bem e fossem felizes. Estudei o assunto fazendo a harmonização de todo o apartamento e felizmente os efeitos foram muito bons e rápidos, com o que chamamos “Peach Blosson” ou Flor de Pessegueiro.

Hoje em dia tenho recebido o pedido de encontrar um companheiro ou companheira com frequência, porque aparentemente as pessoas estão fugindo de todo e qualquer compromisso. 

Essa fuga é uma coisa triste para mim, pois com sessenta e um anos de bem casada afirmo que uma boa companhia na estrada da vida é muito importante.

Um monge budista me disse uma vez que na nossa vida temos vários mestres e começa pelos seus pais, depois irmãos, companheiros, filhos e amigos. Eu falei que minha mãe era bem ruim e ele disse que talvez eu tivesse que aprender a não ser como ela.

Hoje está muito claro para mim o constante aprendizado da vida e acho que os idosos que estão bem, como eu, aprendem até morrer.

Fugir de comprometimento é muito ruim, uma vez que nos comprometimentos encontramos nossos mestres. Não vai ser sempre fácil, muitas vezes dói, muitas brigas acontecem, mas tudo isso são engrenagens se ajustando.

O Feng Shui ajuda, mas como ser humano você tem que aprender a ouvir, procurar entender as outras pessoas e os motivos delas para suas ações. Discussões, brigas, contestações, tudo é valido, sempre tendo em mente não fazer aos outros o que não quer que façam com você.  

Nós, consultores de Feng Shui só podemos tornar o ambiente harmônico e propicio para coisas boas acontecerem. O resto é com você, dê o seu melhor e será mais feliz.


sábado, 3 de fevereiro de 2024

2024 - ano do Dragão de Madeira Yang.

 


Meus queridos

 

Neste ano de 2024 chegam algumas características especiais nas energias do  Feng Shui, começando no dia 04 de fevereiro que é o primeiro dia do Ano do Dragão de Madeira Yang. Nessa data tem início também um novo período chinês de 20 anos, quando a regente e mais poderosa passa a ser a Estrela 9, no lugar da Estrela 8, a qual teve essa função desde fevereiro de 2004 até fevereiro de 2024.

A partir daí muitas coisas vão ficar diferentes, estrelas que eram muito boas podem não ser mais, e algumas ruins podem até ficar melhor.

Tudo isso vai interferir profundamente na harmonização de seus imóveis e, mais do que nunca, precisamos atualizar o Feng Shui de todos eles – e com certeza isso será seu melhor investimento.