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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Viagem à China – Parte II

Chegamos em  Beijing, num maravilhoso aeroporto criado por um premiado arquiteto: a forma do aeroporto lembra um dragão, animal mítico chinês, mas que na vida de todo aquele povo é muito real. 

No primeiro dia fomos a Cidade Proibida, assim chamada porque era a casa do Imperador e como tal, proibida ao público. A cidade possui 9.999 cômodos.  Por aí passaram vinte e quatro imperadores e ela está muito bem conservada e onde necessário, muito bem reconstituída. Apesar do regime comunista ter sido bastante forte no começo, aparentemente nada foi destruído. Leva-se aproximadamente quatro horas andando sem parar para ver o que pode ser visto do monumento. A energia é muito boa ainda e sabe-se que tudo foi feito de acordo com o melhor Feng Shui. Ele é grande, lindo, bem construído e extremamente majestoso. Quem já viu, por exemplo, O Último Imperador e pensou que havia uma distorção de tamanho na Cidade Proibida, enganou-se: é imensa mesmo. Há historias de que o Imperador dormia sempre nos lugares que estavam com a melhor energia das Estrelas. Fomos também aos maravilhosos jardins do palácio, com suas árvores centenárias, esculturas, pedras e flores. Há em todo lado um turismo local intenso. Os chineses vêm de todo o país para ver ao vivo uma parte de sua maravilhosa historia. 


Fomos depois ao Palácio de Verão, onde o Imperador se recolhia na época mais quente do ano. Ele mandou fazer um lago, com vinte metros de profundidade e com a terra que saiu do lago fez uma montanha, hoje coberta de arvores, plantas e construções. O que espanta é que tudo foi feito a mão, sem nenhuma máquina ajudando.